quinta-feira, 3 de março de 2011

Concurso para juiz federal com 14 vagas.

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região divulgou, no Diário Oficial da União da última segunda-feira, edital de abertura do concurso para o preenchimento de 14 vagas ao cargo de juiz federal substituto. O cargo exige formação superior no curso de Direito, aprovação na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e comprovação de atividade jurídica de, no mínimo, três anos. A remuneração é de R$ 21.766,15.
As inscrições começam no próximo dia 9 e vão até 7 de abril, no site www.cespe.unb.br. A taxa custará R$ 160. O TRF da 5ª Região tem jurisdição em Pernambuco, Alagoas, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. Os aprovados podem ser encaminhados para a Justiça Federal de qualquer um desses Estados.
A seleção será composta por cinco etapas, sendo a organizadora Cespe, da Universidade de Brasília (UnB), responsável apenas pela primeira, constituída de prova objetiva a ser realizada em 5 de junho nas cidades do Recife, Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Maceió e Natal. O conteúdo abordará assuntos de diversos ramos do Direito: Constitucional, Previdenciário, Penal, Processual Penal, Econômico e de Proteção ao Consumidor, Civil, Processual Civil, Empresarial, Financeiro e Tributário, Administrativo, Ambiental, Internacional Público e Privado.
As demais fases serão realizadas somente no Recife, onde fica a sede do TRF da 5ª Região. A segunda etapa será de prova discursiva, nas datas prováveis de 5, 6 e 7 de agosto. A terceira será de inscrição definitiva com investigação social, exame de sanidade física e mental e exame psicotécnico. Na quarta fase, os candidatos terão prova oral e, na quinta e última, passarão pela avaliação de títulos.

Lavrador é preso em GO por matar ex-namorada e a filha dela a facadas.

Um lavrador de 41 anos foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Cristalina, cidade na região de Luziânia (GO), acusado de matar a facadas na manhã desta quinta-feira (3) a ex-namorada e uma filha dela de 12 anos. Segundo o policial civil Fábio Luciano, responsável pela delegacia da cidade, o lavrador foi, pela manhã com um motoboy, para a casa da ex-namorada, com quem morou por algum tempo. “Ele chegou à casa dela e encontrou a mulher e as duas filhas, de 12 e de 14 anos, dormindo. Aproveitou a oportunidade para esfaqueá-las. A menina de 12 anos morreu na hora e a mulher foi transferida para um hospital em Brasília, onde também morreu”, disse Luciano ao G1. Segundo o policial, a garota de 14 anos sobreviveu ao atentado, mas continua internada.
Em depoimento, o lavrador teria dito que o crime foi cometido por ciúmes, pois estava separado da mulher havia um ano e que tentava retomar o relacionamento. “Como ela não queria voltar a namorar e morar com ele, o lavrador disse que tiraria dela as coisas mais importantes que ela tinha, que eram as filhas”, afirmou o policial.

Pesquisa indica que 59% das mulheres só vão ao médico quando estão doentes.

Uma pesquisa sobre os hábitos e comportamentos das brasileiras com relação à saúde e consumo feita pelo Ibope Mídia, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, revelou que 59% das mulheres procuram o médico apenas quando sentem que estão realmente doentes, enquanto entre os homens essa taxa é de 64% e a média da população de 62%.
A pesquisa foi feita nas regiões metropolitanas de São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília, do Rio de Janeiro e nas cidades do interior de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste. Foram entrevistadas 18 mil pessoas de ambos os sexos, de diversas classes sociais, com idades entre 12 e 64 anos, no período de agosto de 2009 a julho de 2010.
De acordo com o levantamento, 47% das mulheres só utilizam serviços públicos de saúde e 49% admitem usar preservativo em novos relacionamentos, enquanto o percentual entre os homens é de 55%.
A diretora Comercial do Ibobe, Dora Câmara, afirmou que o fato de a mulher não ir ao médico com frequência e ter diminuído o uso do preservativo em relacionamentos novos é um dado que chama atenção e preocupa. “Esse número vem caindo a cada ano. Em 2002, 71% das mulheres usavam preservativo quando tinham um novo relacionamento e [atualmente o índice] caiu para 49%. Além disso, a medicina está sendo usada não como prevenção, mas só no momento em que isso é necessário e isso não é nada bom”.
Para a diretora do Ibope, a diminuição no número de mulheres que procuram o médico com frequência pode ser atribuída à falta de tempo da mulher devido ao acúmulo de tarefas tanto em casa quanto no trabalho.
A pesquisa também mostrou que 80% das mulheres ouvidas estão preocupadas com a sua forma física e 79% delas disseram que pagariam qualquer preço para manter a saúde em forma. Porem, 53% disseram que não se cuidam como deveriam devido à vida agitada, 35% que não têm tempo para preparar refeições saudáveis. Mas 56% afirmaram que procuram se cuidar por meio de uma dieta balanceada. Apenas 34% admitiram que praticam esportes ou exercícios pelo menos uma vez por semana.
Sobre os hábitos de consumo, a pesquisa apurou que 69% das brasileiras fizeram compras nos shoppings nos últimos 30 dias, sendo que 79% compraram roupas femininas, 61% calçados, 44% roupas masculinas e 40% roupas infantis. O levantamento também mostrou que 84% das mulheres dão preferência às compras feitas em lojas de rua. A internet é usada por 18%. O gasto médio nas compras chega a R$ 190,83.
Dora Câmara explicou que a pesquisa indica que as mulheres continuam com a característica feminina que é preservar a forma física e o visual. “Ao mesmo tempo é uma mulher bastante moderna que compra pela internet, preserva produtos de qualidade, quer está em ordem com a moda, segue tendência. É uma mulher bastante ativa e que faz milhões de coisas ao mesmo tempo”.

Dona de casa cobra R$ 2 para visitas ao pé de maracujá em formato fálico.

Maria Rodrigues de Aguiar Farias mostra seu maracujazeiro (Foto: Honório Moreira/OIMP/D.A Press. )
A dona de casa Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, está cobrando uma taxa de visitação ao maracujazeiro que ela plantou no quintal de sua casa, em São José de Ribamar (MA), há dois anos. O interesse pela pequena plantação dela foi motivado pela fruta, que cresce em formato de órgão sexual masculino.
"Desde que descobriram que tinha uma fruta assim no meu quintal, muita gente começou a querer ver com os próprios olhos. Era muita gente mesmo. O problema é que, para chegar ao quintal, as pessoas tinham de passar por dentro da minha casa. Em uma dessas visitas, levaram o meu celular", disse Maria ao G1.
Depois do prejuízo provocado pelo pequeno furto, a dona de casa resolveu limitar a visitação. "Passei a cobrar R$ 2 para visitantes; R$ 15 para fazer fotografias; e R$ 20 para fazer filmagem", afirmou ela.
Dona Maria disse que o maracujazeiro está em plena produção. "Tem maracujá demais. Tem mais de 40 frutos lá. Eles ficam amarelinhos quando amadurecem."
Até os primeiros maracujás em formato de pênis surgirem no quintal dela, a vida era pacata e calma, mas depois da inusitada plantação, a dona de casa passou a ser reconhecida nas ruas da cidade onde mora. "Era muita gente na minha casa. Chegava a ficar sem comer para conseguir olhar todas as pessoas que faziam visitas", disse ela. Perguntada se provou o tal maracujá fálico, dona Maria respondeu, inicialmente, que tinha provado a fruta. "Comi a polpa, que parece melão ou abacate. Eu cortei de comprido e experimentamos. Não é amargo, nem azedo e nem muito doce, é suave". Mas, depois, dona Maria voltou atrás, em meio a risos, dizendo que nem ela e nem sua família ainda tiveram coragem de experimentar o sabor do inusitado fruto. "Não comemos ainda, não. Mas já que plantei, plantei para comer, não é para deixar na árvore", disse a dona de casa.
Pesquisa científica
Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão acompanhando, há pouco mais de um mês, o desenvolvimento do maracujá que cresce em formato de órgão sexual masculino.
"A dona de casa nos disse que o maracujá surge no formato ovalado e depois se desenvolve com aquele formato. É a primeira vez que temos notícias de um fruto com essas características aqui no Maranhão", disse Marcelo Cavallari, pesquisador de recursos genéticos vegetais da Embrapa.
Os maracujás que estão no quintal da dona de casa têm a coloração verde. "O aspecto é saudável, não está doente. Tirando o formato, é sadio. O tempo de maturação costuma ser de um mês a um mês e meio, mas está demorando mais para amadurecer", disse Cavallari.
Filomena Antonia de Carvalho, coordenadora de Defesa Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Maranhão, visitou a casa de Maria Rodrigues ainda em janeiro deste ano. "Não temos condições de avaliar o que aconteceu com o maracujá, por isso acionamos os pesquisadores da Embrapa. Fizemos, então, uma segunda visita ao local com eles."
"É bem grande, é bem grosso mesmo. Chega a ter entre 15 e 20 centímetros de comprimento. Não há motivo para que o maracujá não seja consumido por causa do formato, mas também não sabemos como é por dentro", disse Cavallari. Ele explicou que a dona de casa precisa assinar um termo de anuência prévia de provedor, o que permitirá fazer genéticas do fruto.

Conheça os 14 países onde as pessoas menos tiram férias.

Em todo o mundo, quem trabalha em período integral tem o direito de tirar férias remuneradas, mas o empregado pode optar por não usar todos esses dias de folga.
O site businessinsider divulgou o resultado de uma pesquisa realizada com a Ispos Global e a Reuters, na qual 13 mil pessoas de 24 países foram entrevistadas para levantar o perfil daqueles que estão mais propensos a adiar a viagem de férias.
O Japão saiu na frente na lista dos workaholics, com apenas 33% dos trabalhadores usando todos os dias de folga para descansar. Os norte-americanos estão na quinta posição, com 57% dos funcionários desfrutando do período de férias. O Brasil aparece no ranking na sétima posição deste ranking, na frente de países como China, Alemanha e Argentina.
Os franceses são os mais descontraídos, sendo que 89% daqueles que estão empregados, usam todo o período de férias para descansar. A pesquisa também mostrou que, atrás dos proprietários, os executivos sênior são os que mais rejeitam a possibilidade de sair de férias, sendo que apenas 60% destes aproveitam os dias livres fora do escritório.