terça-feira, 1 de março de 2011

Sexo: antes do casamento era ótimo...

O sexo antes do casamento era ótimo. Essa é uma das queixas de homens e mulheres que mais cresce nos consultórios. Mas quais seriam as mudanças, que acontecem geralmente após cinco anos de convivência, que tornam o sexo ruim ou menos prazeroso?
Além da rotina diária, dos compromissos chatos e das dificuldades pessoais, outro fator interfere significativamente no relacionamento e na queda de qualidade do sexo: a falta do “namoro”, que é geralmente negligenciado pelo casal.
Na época do namoro, ambos chegavam motivados para a intimidade. Durante o dia, as mensagens e os telefonemas construíam um campo fértil para as expectativa e fantasias do encontro. O ritual de preparação – como escolher a roupa, tomar um banho caprichado e passar um perfume especial – aumentava ainda mais o desejo para viver o momento. As carícias, os toques e o jeito cauteloso de falar aumentavam a excitação e o longo beijo anunciava um momento mais íntimo.
E depois de casados, como o encontro acontece? Não acontece! Como as pessoas já estão juntas, todo o ritual deixa de existir, e, nas ocasiões em que alguma produção acontece, normalmente tem a ver com encontros com amigos ou parentes e compromissos de trabalho. E para o outro? Raríssimas vezes, apenas em datas comemorativas.
No dia a dia faltam atitudes de carinho, olho no olho, sentar juntinhos e, principalmente, o fator surpresa. As pessoas se esbarram e prestam pouca atenção no outro – quando o fazem, muitas vezes é para criticar. O cuidado no trato e a flexibilidade começam a desaparecer, pior ainda é quando falta o respeito. Atitudes de submissão, controle, dependência e poder aparecem comprometendo o relacionamento e o sexo. Os pedidos durante o namoro viram reclamações. A transa que brotava naturalmente, agora somente se dá por meio de cobranças. Fazer amor passa a ser um dever. Que chato!
A mulher que antes se excitava só de olhar e tomava a iniciativa passa a esperar o momento da sedução, que muitas vezes não acontece. Já o homem quer que ela responda sexualmente com o mínimo estímulo. Resultado: cobranças e justificativas prorrogam o encontro para o outro dia. E, se rola uma transa, ela já está impregnada de insatisfação ou raiva. Com o tempo, ela se torna rápida e automática.
Muitas coisas mudam e outras se perdem pelo caminho. Isso acaba com o mistério que mantinha o desejo aceso em cada um para a conquista do amor e do sexo. Para que o seu relacionamento não caia na mesmice, que tal reavaliar o seu relacionamento e resgatar algumas coisas importantes para que o sexo volte a ser muito bom?!

Servidores do IML protestam contra baixos salários, mas chegam a acordo.

Servidores do Instituto de Medicina Legal (IML) realizaram, na manhã desta terça-feira (1), protesto com o intuito de pressionar o Governo para saber a que órgão estão vinculados, uma vez que realizariam atividades de policias civis, mas com salários bem mais baixos. O ato aconteceu na Rua do Pombal, Centro do Recife, em frente à sede do IML, e reuniu assistentes administrativos, motoristas de carros fúnebres, técnicos em radiologia, entre outros e resultou na paralização completa dos serviços do instituto. Um dos integrantes da comissão de negociação e funcionário do IML, Cláudio Luciano Mendonça da Silva, afirmou que desde 2008 os auxiliares de motoristas, auxiliare de carros, auxiliares de sala não possuem equipamentos de proteção individual para manuear corpos em locais de crimes e outros serviços. "Além disso, todas essas funções são de natureza policial e não recebemos nenhum tipo de gratificação", reclama.

Por volta das 11h, os servidores voltaram ao trabalho. Eles teriam chegado a um acordo salarial com representantes da Secretaria de Defesa Social. Nesta segunda-feira (28) médicos-legistas do IML realizaram, durante todo o dia, uma operação-padrão para reivindicar autonomia do órgão, melhores condições de trabalho e aumento salarial. Nesta quarta-feira (2), está programada uma reunião com o Governo para discussão da pauta de reinvindicações da categoria.

Governo descarta concurso público federal em 2011

Não vai haver nenhum concurso público para o governo federal neste ano, afirmou nesta segunda-feira (28) a secretária de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Célia Correa. “A não ser que tenha uma emergência. Até mesmo aqueles [concursos] que já tinham sido realizados e que não tinham o curso de formação concluído não vão sair”, declarou Célia. Até então, o governo havia anunciado a suspensão de concursos e nomeações, para analisar caso a caso.
A medida faz parte da contenção de gastos públicos, tendo em vista o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento deste ano. Mais cedo, durante entrevista para detalhar a redução na verba prevista para 2011, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, havia falado novamente em adiamento de concursos e revisão de novas admissões, como já dissera no começo do mês.
“Também haverá um adiamento dos concursos públicos e revisão de novas admissões que estavam previstas”, reafirmou a ministra nesta segunda.
Só para Poder Executivo
Cabe ao Planejamento autorizar concursos e nomeações de aprovados no Poder Executivo -o ministério não interfere no Legislativo e no Judiciário em relação à contratação de pessoal, portanto, concursos para a Câmara, tribunais, ministérios públicos, defensorias e procuradorias não são afetados pelo corte. Assim como concursos estaduais e municipais.
Os cargos militares das Forças Armadas também estão fora do contingenciamento – ficam sujeitos às restrições somente os cargos civis. O mesmo vale para as estatais que não dependem do Tesouro, ou seja, têm orçamento próprio, como Banco do Brasil e Correios.
Concursos em andamento
Entre os que dependem do Planejamento, há pelo menos oito concursos em andamento, entre eles os da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Embratur e do Ministério do Meio Ambiente. Ao menos outros dez que já divulgaram o resultado final aguardam autorização para começar a nomear os aprovados ou nomear para vagas restantes, segundo levantamento públicado pelo G1 no último dia 15.
Reajuste de salários
Segundo a secretária de Orçamento Federal, também não há previsão legal para reajustes de salários dos funcionários públicos, a não ser aqueles já acordados previamente. “Reajuste que não está completamente acordado, não tem como negociar”, disse Célia.
Questionada sobre o reajuste pedido pelos servidores do Poder Judiciário, a secretária afirmou que, até o momento, não há previsão legal para autorizá-lo. “Não tem previsão. Do ponto de vista técnico e orçamentário, não tem previsão nenhuma. Só está previsto para os magistrados, de 5,2%”, declarou.