domingo, 20 de fevereiro de 2011

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Professora recebe voz de prisão após polícia confundir rapadura com droga.

Um tablete de rapadura gerou confusão nesta sexta-feira (18), durante operação policial em Ourinhos, a 378 km de São Paulo. Com informações de que uma mulher iria transportar drogas de São Paulo até a cidade em um ônibus, policiais civis revistaram vários veículos em uma base da Polícia Rodoviária de Santa Cruz do Rio Pardo.
Em um dos ônibus parados durante a operação, eles encontraram um suposto entorpecente dentro da bolsa da professora Angélica Jesus Batista. A polícia deu voz de prisão ainda dentro do veículo. A mulher chegou a ser algemada. Segundo Angélica, a policial que a abordou disse que era muita droga e a algemou na frente de todo mundo, enquanto ela era retirada do ônibus. Depois, constatou-se o engano. O que os policiais pensavam ser crack era, na verdade, um tablete de rapadura que a professora levava de presente. Em seguida, a professora foi liberada.
Angélica registrou boletim de ocorrência por constrangimento. Uma outra mulher foi presa horas depois em outro ônibus por suspeita de carregar 2kg de crack. O delegado seccional de Ourinhos Amarildo Aparecido Leal disse que os policiais usaram o procedimento padrão diante da situação, mas que, mesmo assim, o caso será investigado.

Absurdo: Donos de veículos importados não encontram peças em Alagoas.

Por conta da demora para a entrega de peças de montadoras de carros importados, como a Renault, Nissan e Hyundai, operadoras de seguros têm recebido constantes reclamações de compradores.
Segundo informações apuradas pelo Cadaminuto, várias oficinas em Maceió têm esperado cerca de dois meses para receber as peças de veículos novos, que apresentaram problemas. No entanto, a revendedora acaba não tendo responsabilidade diante do problema.
Segundo o proprietário de uma seguradora, que preferiu não se identificar, há casos absurdos de veículos que estão parados e que inclusive já foram colocados a venda.
“Um cliente está sem o carro desde dezembro e ninguém dá uma satisfação. Na Carroceria, que faz manutenção e fica em frente a Maternidade Santa Mônica tem dois veículos para vender que estão há quatro meses com as peças sem serem substituídas”, contou.
Ele afirmou que muitas montadoras não costumam produzir as peças dos veículos e ainda, que os modelos que apresentam mais dificuldade para que as peças sejam trocadas são o Clio e o Sandero, da Renaut, destacando que com carros da Fiat também já houve esse problema.
“Está um absurdo e os clientes estão revoltados. As revendedoras não trabalham com lanternagem, por isso mandam os carros para as oficinas. A seguradora autoriza, mas ficamos com as mãos atadas”, lamentou.
“Quem compra um Peugeot ou Renault tem duas alegrias: Uma quando compra e outra quando vende”. É assim que o estudante Gabriel Lima, que possui um Fiesta, classifica a situação das montadoras de carros importados.
De acordo com ele, as peças da Ford estão mais disponíveis no mercado, ao contrário da Renault. “Mesmo assim o preço ainda é alto. A rede de manutenção dos veículos de montadoras estrangeiras é restrita no Estado, deixando o serviço a desejar”, destacou.

Deputado diz que Gays chegaram ao Congresso. Bolsanaro o chama de anormal.

A chegada do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), primeiro gay assumido a levantar a bandeira do movimento, provocou agitação no Congresso. Liderado pelo deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um grupo começa a se alinhar em uma bancada informal antigay. Ela é formada por deputados da Frente Evangélica, somados aos da Frente da Família e a outros que compartilham a contrariedade em ver a discussão sobre direitos homossexuais avançar.
Wyllys começou seu mandato na ofensiva. Ele vai propor um projeto de lei que institui o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, em vez de insistir apenas na regulamentação da “união civil” – termo adotado por alguns integrantes do movimento gay, para evitar a discussão no campo religioso. “Tem de ser casamento civil porque é o mesmo direito para todos”, afirma.
“Quando um cônjuge morre, o parceiro da união estável só tem direito a herança se não houver nenhum herdeiro direto. Já no casamento, ele é herdeiro direto.” Sua primeira ação, como deputado, foi recolher assinaturas para a Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).
Jean Wyllys: “O movimento GLBT chegou”
ÉPOCA – Qual é a pauta da Frente GLBT?
Jean Wyllys – A defesa do projeto Escola Sem Homofobia. Também vou protocolar o projeto do casamento civil (entre pessoas do mesmo sexo). Não é “casamento gay”. Isso provoca equívoco quanto à noção do sacramento. O Estado é laico, e o casamento é um direito civil. Se os homossexuais têm todos os deveres civis, então têm de ter todos os direitos. E tem o projeto que criminaliza a homofobia, desarquivado pela senadora Marta Suplicy, parte da Frente no Senado.

ÉPOCA – Como é a reação a suas ideias?
Wyllys – Meu Facebook foi tirado do ar em uma ação orquestrada. É natural que minha presença na Câmara provoque uma reação. O movimento GLBT chegou ao Congresso.

ÉPOCA – Como vê a reação contra o programa que combate a homofobia na escola?
Wyllys – É uma ignorância que persiste por má-fé. O material não ameaça os valores cristãos. Pelo contrário, ele assegura algo que é valoroso para os verdadeiros cristãos: o valor da vida e o respeito ao outro. Quem fala o contrário, fala por má-fé, porque não quer ver seus espaços de poder ameaçados.
Jair Bolsonaro: “Vamos fazer de tudo para enterrar”

ÉPOCA – Como vê a criação da Frente Parlamentar pela Cidadania GLBT?
Jair Bolsonaro – O primeiro passo para desgraçar um país é mexer na célula da família. Eles vão atacar agora o ensino fundamental, com o “kit gay”, que estimula o “homossexualismo” e a promiscuidade. Tem muito mais violência no país contra o professor do que contra homossexuais. Quando eles falam em agressões, é em horário avançado, quando as pessoas que têm vergonha na cara estão dormindo. A regra deles é a porrada e querem acusar nós, os normais, os héteros.

ÉPOCA – O senhor não teme estimular a violência com essa retórica?
Bolsonaro – Negativo. Só quero que a opção sexual se revele na intimidade do quarto, não obrigar um padre a casar um gay. O bigodudo vai dar um beijo na boca do careca, na frente dos convidados, e isso é legal?